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05 de Julho de 2010

Terracap contra a Ceilândia
 
(...) É triste ver pelas ruas
A lama a escorrer
As crianças nela brincando
Logo vão adoecer
Se não tem nenhum conforto
Só resta mesmo é morrer
 
Eu tenho meu barraquinho
Cheio de mato ao redor
Não me deram uma tábua
Foi eu com meu suor
Querem agora me tomar
Sem ter um pingo de dó (...)
 
Joaquim Bezerra da Nóbrega, poeta brasiliense.
Transcrito do livro “Terracap contra a Ceilândia”

 

 
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