O dia-a-dia da Construção
30 de junho de 1957

30 de junho de 2008 – Brasília conta, nesta data, com quatro agências de bancos. A futura Capital, para onde não afluiu ainda nenhum banco estrangeiro, já se coloca, quanto ao número de instituições de crédito, em posição superior aos Territórios do Rio Branco, Amapá e Rondônia e em situação equivalente ao Território do Acre, nos quais se acham instaladas, desde algum tempo, respectivamente, 2, 3, e 4 agências de bancos. As atividades comerciais e industriais de Brasília ainda estão em fase inicial de desenvolvimento. Os levantamentos realizados no Núcleo Bandeirante, onde estão concentradas aquelas atividades, revelaram a existência de 93 estabelecimentos de comércio, distribuídos pelas seguintes categorias: 30 de seco e molhados, 15 de tecidos e armarinho, 9 restaurantes, 8 bares, 8 de materiais de construção, 5 mercearias, 5 açougues, 3 farmácias, 2 de autopeças, 1 papelaria e livraria, 1 tipografia etc. Contam-se também 10 estabelecimentos do ramo industrial e de prestação de serviços: 2 padarias, 1 serraria, 3 oficinas mecânicas, 3 marcenarias e 1 de artefatos de cimento;

 

A Associação das Pioneiras Sociais anuncia haver adquirido na Alemanha uma nova unidade Hospital-Volante, que prestará seus serviços na área de Brasília;

 

O Presidente da Novacap envia ofício ao Presidente da Comissão de Mudança da Capital Federal da Câmara dos Deputados, informando-o do andamento das obras de Brasília e declarando que o Congresso pode fixar a data da transferência da Capital para o dia que julgar mais conveniente a partir do segundo trimestre de 1960.

(Diário de Brasília)

 

 
26 de junho de 1957

O Senhor Íris Meinberg, Diretor Financeiro da Novacap, informa à imprensa que estão tendo franca e surpreendente ceitação as Obrigações Brasília, correspondentes ao lançamento de um empréstimo com garantia do Governo Federal para antecipação da receita para a construção da nova Capital. É grande o movimento de colocação dos títulos em todo o país. Além disso, organizações que virão estabelecer-se em Brasília, tais como Institutos, estabelecimentos bancários e outros, são subscritores compulsórios desses títulos. Somente a parte dos Institutos representa mais de Cr$ 300.000.000,00;

Entrevista do arquiteto Oscar Niemeyer a propósito da encomenda de estruturas metálicas a firmas estrangeiras:
"A encomenda de estruturas metálicas no estrangeiro, pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, visa a dois objetivos principais: economia e tempo. Pelo contrato efetuado, as estruturas serão entregues em tempo recorde, e seu custo será muito inferior ao do mercado corrente. Por outro lado, Volta Redonda, que está executando uma encomenda também de estruturas para Brasília, não poderia desincumbir-se de mais este pedido, sem prejuízo para o seu programa de produção."

(Diário de Brasília)

 

 
25 de junho de 1957

Na Embaixada do Brasil em Washington, o Embaixador Ernani do Amaral Peixoto anuncia que a companhia americana "Raymond Concrete Pile Company" obteve um contrato do Governo brasileiro para a construção dos primeiros edifícios públicos de Brasília.
A companhia americana, que ganhou a concorrência de que participaram diversas firmas estrangeiras, construirá os alicerces de aço de dezesseis Ministérios, com dez andares cada um, além de uma represa e uma central hidrelétrica, de capacidade de 25 mil quilowatts, que alimentará a nova Capital em água e energia elétrica.
Essas construções serão financiadas, em parte, por um crédito de dez milhões de dólares que o Banco de Exportação e Importação concedeu, recentemente, ao Governo brasileiro;
 
A Companhia Antártica Paulista decide adquirir em Brasília terreno para instalação de depósito e de um centro pioneiro para venda de seus produtos;
 
Em Recife, no Clube Internacional, o Presidente Juscelino Kubitschek, no discurso de despedida oficial ao Presidente Craveiro Lopes, profere as seguintes palavras sobre Brasília:
"Fez Vossa Excelência o que poucos brasileiros já fizeram em todos os tempos: traçou, no roteiro do avião, uma linha de viagens do extremo sul ao extremo norte do Brasil, indo diretamente de Porto Alegre a Manaus, pelo interior do país, completando o simbolismo dessa jornada com a permanência de um dia e de uma noite em Brasília. E nada me poderia ser mais grato, e mais grato aos brasileiros, do que o seu desejo e o seu gosto em visitar Brasília, com as palavras de fé e confiança em nossa nova capital que Vossa Excelência pronunciou em seu discurso naquele cruzeiro, ao pé do qual, em maio deste ano, Dia da Santa Cruz, foi rezada uma primeira e histórica missa pelo eminente cardeal de São Paulo, Don Carlos Carmelo Mota, semelhança nobre e como réplica de altas intenções daquela outra histórica primeira missa rezada num dia de abril, naquele instante e quase lendário ano de 1500, quando os portugueses que acabavam de descobrir a chamada terra de Santa Cruz preferiram, para marcar o seu domínio, antes fincar uma cruz na terra do que impor o seu poderio pela espada. Se coube aos portugueses fundar as nossas duas primeiras capitais, a de Salvador e a do Rio de Janeiro, permanecerá historicamente lembrado que Vossa Excelência foi o primeiro chefe de Estado não-brasileiro a visitar a nossa terceira e definitiva capital.
O que pensei em minhas meditações, proclamo-o agora, perante Vossa Excelência – agradeço a Deus o privilégio que me concedeu de encarnar, como Presidente da República, o espírito pioneiro e o sentimento nacional que me deram inspiração e força para construir Brasília no coração do Brasil, com um sentido de transformação e transfiguração do meu país."

(Diário de Brasília)

 

 
24 de junho de 1957

Chega a Brasília, que visita pela primeira vez, a Senhora Sarah Lemos Kubitschek, que seguirá com o Presidente da República para o Recife onde se celebrarão as solenidades finais da viagem do Presidente Craveiro Lopes e suas despedidas. (Diário de Brasília)

 

 
22 de junho de 1957

Visita Brasília, acompanhado de técnicos, o Senhor José Maria Alkmim, Ministro da Fazenda; (Diário de Brasília)

 

 
21 de junho de 1957

O Presidente Craveiro Lopes pernoita no Palácio Provisório.

Em Brasília, na companhia do Presidente Kubitschek, o Presidente da República Portuguesa assiste, no Aeroporto Internacional, a exibições de pára-quedismo por elementos do Exército, após os quais os dois Presidentes se dirigem ao Cruzeiro, onde o General Craveiro Lopes  inaugura uma placa comemorativa de sua visita e em que se formula a futura construção de "um monumento dedicado à raça e em memória dos heróis que fundaram este país".

A seguir, o General Craveiro Lopes preside a solenidade de inauguração do Hospital, que tomou seu nome, mandado construir pelo Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários para atender aos trabalhadores que estão construindo a nova Capital.

O Presidente Craveiro Lopes tem oportunidade de abraçar, na futura Capital, o mais antigo residente português em Goiás. Alípio Mendes Ferreira, que reside no Estado há 49 anos. É proprietário de vários cinemas e vai inaugurar mais um em Brasília, no próximo ano, de mil lugares. Será o Cinema Cairo.

O Presidente de Portugal, com sua comitiva, visita os pontos mais interessantes de Brasília. Os habitantes da futura Capital prestam significativas homenagens ao estadista português. Diante dos escritórios da Novacap reúne-se o pessoal da Companhia para recepcionar os visitantes. Também os alunos do Grupo Escolar formam com os seus uniformes de gala, agitando bandeirolas e cantando a música "Viva Craveiro".

O General, em seguida, visita o restaurante do SAPS onde cerca de oitenta trabalhadores tomavam refeições.

O serviço de auto-falantes do SAPS fez tocar os discos do Hino Nacional brasileiro e do Hino Nacional português.

Durante a permanência da comitiva em Brasília, três aviões, incluindo-se um Douglas da FAB, foram destinados, exclusivamente, a fazer a ligação dos dois campos de pouso: o 'internacional', que tem a maior pista asfaltada do Brasil, e que recebe avião de qualquer tipo, e o que fica aos fundos do "Palácio Provisório". A distância entre os dois campos de pouso, como se sabe, é de doze quilômetros.

A Novacap emprega todos os seus carros no transporte dos visitantes.

O Presidente Craveiro Lopes deixa Brasília às 13 horas e 23 minutos, chegando a Manaus às 17,30 hora local, viajando num avião "Viscount".

(Diário de Brasília)

 

 
20 de junho de 1957

Procedente de Porto Alegre, chega a Brasília, às 18,30 horas, o General Craveiro Lopes, Presidente da República Portuguesa. Após os cumprimentos, o Presidente da República Portuguesa dirige-se ao Palácio Provisório, onde já o esperava o Presidente Juscelino Kubitschek, que ali lhe oferece um jantar. Após a refeição, o Presidente Kubitschek explica ao Presidente Craveiro Lopes a evolução da idéia histórica da mudança da Capital e o plano de construção de Brasília.
(Diário de Brasília)

 
19 de junho de 1957

A propósito do projeto do deputado Daniel Faraco que propõe o nome de Vera Cruz para a futura capital, o relator da Comissão de Justiça da Câmara dos Deputados (deputado João Menezes) afirma:

"Evidentemente, não encontramos no projeto nenhuma conveniência, quer de ordem histórica, de forma ou de origem popular. Além do mais, o nome Brasília já está consagrado pelo uso e espalhado pelo mundo, refletindo esta iniciativa arrojada que vinha figurando, sem resultado prático, em nossos dispositivos constitucionais."

(Diário de Brasília)

 

 
18 de junho de 1957

A Estrada de Ferro de Goiás iniciará em breve um programa de emergência em que aplicará Cr$ 11 milhões no aparelhamento de depósitos, na reparação de 10 locomotivas, no reforço de pessoal e em ferramentas e materiais. O programa deriva do exame recentemente feito em Brasília, sob a direção do Presidente Juscelino Kubitschek, no sentido de se resolverem os problemas de transportes para Brasília, de maneira a que a ferrovia possa atender, com prioridade, à solicitação cada vez maior de transporte de materiais para a construção da futura capital. (Diário de Brasília)

 

 
16 de junho de 1957

A Novacap divulga que o empréstimo obtido no Eximbank será empregado da seguinte forma:
1) Construção da Usina Hidrelétrica do Paranoá;
2) Compra das estruturas metálicas destinadas aos 16 edifícios em que se localizarão os Ministérios e as demais repartições importantes do Governo em Brasília.

O dinheiro será usado, também, na aquisição do equipamento necessário a essas obras e no financiamento da usina.
O prazo de pagamento do empréstimo será de 15 anos, com juros de 5,5 por cento.
(Diário de Brasília)

Estruturas metálicas dos edifícios dos ministérios. Foto Arquivo Público do DF.

 
07 de junho de 1957

O Presidente Juscelino Kubitschek autoriza o Ministério da Fazenda a dar garantia do Tesouro Nacional ao empréstimo negociado pela Novacap com o Eximbank, na importância de US$ 10 milhões, pelo prazo de 15 anos e aos juros de 5 ½ % ao ano (Diário de Brasília);

 

 
04 de junho de 1957

O Presidente Juscelino Kubitschek sanciona a lei do Congresso Nacional (que toma o no. 3.166),
segundo o qual se abre crédito especial de Cr$ 400 milhões, destinado à pavimentação dos trechos das rodovias BR-56 e BR-14, integrantes da ligação rodoviária Santos-Brasília, entre Colômbia, Estado de São Paulo e a Ponte Afonso Pena, no Triângulo Mineiro, e daí até Anápolis, Estado de Goiás. (Diário de Brasília)

 

 
02 de junho de 1957

Inicia-se o trabalho de construção do Ginásio Dom Bosco, dos Salesianos (Diário de Brasília)

 

 
01 de junho de 1957

No Rio de Janeiro, o Padre Renato Gighiotti, Superior-Geral Salesiano, desembarcando no Galeão, afirma à imprensa que, em sonho, Dom Bosco previu a localização da nova Capital do Brasil no Planalto Central:
"Dom Bosco sonhou com o aparecimento de uma nova terra da promissão, situada entre os paralelos 15 e 20, no Brasil – diz o Padre Gighiotti. Esta posição nos paralelos equivale a dizer que Brasília é já terra abençoada e que os planos dos engenheiros dirigidos pelo ex-deputado Israel Pinheiro tem real inspiração divina.
O Padre Renato Gighiotti frisa, aos jornalistas, que Dom Bosco tinha especial predileção por tudo quanto se referisse ao Brasil. (Diário de Brasília)

 

 
31 de maio de 1957

A respeito da próxima viagem do General Craveiro Lopes ao Brasil, o professor Paulo Cunha, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, presta as seguintes declarações ao "Diário Ilustrado", de Lisboa:
"O Presidente Craveiro Lopes manifestou o desejo de visitar Brasília, a futura capital do Brasil. Os portugueses, que fundaram a primeira capital do Brasil, na Bahia, ficam deste modo ligados à criação da nova capital brasileira.
E eu lancei a idéia, que gostaria de ver realizada, de que, na presença dos Chefes de Estado das duas Nações irmãs, fosse lançada a primeira pedra para um grande monumento à comunidade luso-brasileira, n principal praça de Brasília".
(Diário de Brasília)
 
INIC - O presidente do Instituto Nacional de Imigração e Colonização apresenta à Novacap um plano de cooperação da entidade para a solução de problemas de mão-de-obra em Brasília, mediante a instalação de mão-de-obra braçal e triagem de operários. Numa segunda etapa, o INIC organizará grupos de trabalho de colonização, com agricultores selecionados e qualificados, especialmente em produtos granjeiros, avicultura e pomicultura. (Diário de Brasília)

 

 
25 de maio de 1957

A imprensa noticia que está sendo estudado, pela Divisão de Caça e Pesca do Ministério da Agricultura, um plano de trabalho para a instalação de um parque de reserva que represente um refúgio de animais silvestres nas imediações da cidade de Brasília, com o fim de preservar a fauna.
O referido parque será construído em área a ser ainda designada e obedecerá aos dispositivos do Código Nacional de Caça e Pesca, devendo um grupo de técnicos, chefiado pelo biologista Álvaro Coutinho Aguirre, deslocar-se para aquela região a fim de completar estudos já iniciados; (Diário de Brasília)

 

 

 
24 de maio de 1957

Firma-se entre o Ministério da Aeronáutica e a Novacap acordo para a pavimentação do Aeroporto comercial de Brasília;
 
A imprensa noticia o interesse despertado em Nova York pela "Mostra de Brasília". A National Brodcasting Corporation, como testemunho do interesse despertado por Brasília nos Estados Unidos, reservou 30 minutos de sua programação de 29 do corrente para tratar do assunto. Esse programa será retransmitido por 250 emissoras norte-americanas, sendo, ainda, levado, em ondas curtas, para o exterior;
 
O Diário Oficial publica o acordo celebrado entre o Ministério da Agricultura e a Novacap sobre florestamento da região de Brasília; (Diário de Brasília)

 

 
23 de maio de 1957

O Presidente Juscelino Kubitschek aprova minuta do termo de acordo entre o Ministério da Agricultura e a Novacap para estudos e efetivação do florestamento e reflorestamento da área de Brasília (Diário de Brasília);

 

 
22 de maio de 1957

Estabelece-se em Brasília o horticultor japonês Ichizo Kazumi Ofugi, pioneiro do grupo de famílias nipônicas que depois se instalariam nas glebas da área da futura capital (Diário de Brasília);

 

 
20 de maio de 1957

O Presidente Juscelino Kubitschek autoriza a Caixa Econômica Federal do Rio de Janeiro a instalar uma sucursal em Brasília (Diário de Brasília);

 

 
16 de maio de 1957

Em Brasília, uma comissão científica do Museu Nacional e da Fundação Brasil-Central realiza extensa coleta de material para o Museu, com o total de três mil exemplares recolhidos, destacando-se as coleções de aves e de insetos (Diário de Brasília);

 
14 de maio de 1957

Chega a Belém do Pará o engenheiro Bernardo Sayão, vice-governador de Goiás e diretor da Novacap, que discute com a Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia dois convênios com o objetivo de ligar Brasília a Belém e Brasília a Salvador, via Barreiras, por meio de duas rodovias. Os trabalhos em cooperação com a SPVEA limitar-se-ão à área amazônica; os trechos rodoviários restantes, que vão ter a Brasília, já estão sendo atacados. (Diário de Brasília)

 

 
10 de maio de 1957

O Ministério da Agricultura e a Novacap assinam no Rio de Janeiro um convênio para o desenvolvimento de atividades agrícolas em Brasília, visando-se à criação de um cinturão verde que, futuramente, assegure á nova Capital o abastecimento de produtos hortícolas de pomar. Os trabalhos serão atacados imediatamente (Diário de Brasília);

 

 
06 de maio de 1957

Em Washington, o Banco de Exportação e Importação dos Estados Unidos, anuncia a concessão de um empréstimo de US$ 10 milhões à Novacap, para a construção de Brasília, destinando-se à compra de equipamentos no estrangeiro (Diário de Brasília);

 

 
02 de maio de 1957

02 de maio de 1957

 
Pouso noturno – A1 hora, chega a Brasília o Viscount presidencial, que realiza, assim, o primeiro pouso noturno no Aeroporto de Brasília. À bordo, o Presidente Juscelino Kubitschek despachara, em viagem, o expediente normal.
Em Brasília, o Presidente da República dirige-se à sua residência provisória, onde janta, às 2 horas.
Durante o dia, o Presidente da República despachará volumoso expediente.
 
Presidente do Paraguai – Visita Brasília o General Alfredo Stroessner, Presidente do Paraguai, a quem o Presidente Juscelino Kubitschek recebe pessoalmente, acompanhando-o na visita às obras da cidade. Várias homenagens são prestadas ao General Stroessner.
 
Mensagem papal – Sua Santidade o Papa XII dirige ao Presidente Juscelino Kubitschek a seguinte mensagem, a respeito da primeira Missa a ser celebrada no local em que se constrói Brasília:
"No dia do aniversário da Descoberta e da Primeira Missa nas terras de Santa Cruz, muito nos agrada que tão fausta data seja recordada com a celebração da Primeira Missa em Brasília. Pedindo a Deus que continue a derramar sobre a generosa Nação brasileira os Seus celestes favores para que progrida e prospere à luz do Evangelho e dos ensinamentos da Igreja, concedemos de coração a Vossa Excelência, às autoridades presentes à sugestiva cerimônia e a todo o querido povo brasileiro a nossa especial benção apostólica. Pius PP XII." (Diário de Brasília)

 

 
30 de abril de 1957

A Real-Aerovias inaugura a primeira linha aérea regular para Brasília, preparando-se a cidade para a Missa campal que aí será rezada, no dia 3 de maio próximo, pelo Cardeal Mota, de São Paulo; (Diário de Brasília)


Foto: Arquivo Público do DF

É entregue ao tráfego a primeira pista do aeroporto comercial de Brasília

 

 
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